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sábado, 14 de junho de 2008

A crise do combustível

Com a cotação dos barris de petróleo a aumentar, juntamente o custo do combustível, está impossível depender do carro para trabalhar.
Em Portugal seguem protestos um atrás dos outros. Os pescadores já pararam seus barcos e distribuição por dias, e não só cá, como também na Espanha e na França. Greve nos transportes públicos pedindo aumentos. Até os camionistas pararam o país, dando prejuízo ao Estado por 3 ou 4 dias, e a retomada ao normal tem o prazo de 2 dias. Faltaram água, leite, combustível nos postos de abastecimento e alguns alimentos nas grandes cidades. Infelizmente houveram mortes em Portugal e Espanha.
O Governo foi intolerável durante estes dias até o acordo, e mesmo não se pronunciou no feriado de 10 de Junho, Dia de Portugal.
O combustível sempre a subir, só nos resta soluções alternativas como a bicicleta e a reutilização do óleo de cozinha. Esta reutilização feita em Ericeira, foi condenada e a Junta de Freguesia não pode seguir com o projecto adiante, tendo assim de pagar impostos... Ah os impostos! Há impostos pra tudo que se possa imaginar. E os "lobbies" são os quais e os poucos que podem neste país.
E os pobres cada vez mais pobres. E ricos? Muito mais... ricos!

quinta-feira, 12 de junho de 2008

O amor está no ar!

Hoje é Dia dos Namorados no Brasil, diferente, já que em outros países esta data é marcada no Dia de São Valentim (Valentine´s Day).
Para uns esta data é comercial, para outros é importante ser comemorada.
São flores, bombons, perfumes, jantares... hummm, velas.... o romantismo!
Mas será que este romantismo faz parte do nosso cotidiano? Será que estamos livres para amar e deixarmos ser amados? Ou estes são valores que já não fazem parte deste século?

Rock in Rio-Lisboa

O primeiro festival de verão fechou em grande estilo no dia 6 de Junho superando todas as expectativas de quem lá esteve e das pessoas que acompanharam através da mídia.

Foram 5 dias de grande festa para toda a família.

Mais uma vez no Parque Bela Vista em Lisboa, o Rock in Rio marcou sua terceira presença, com muita publicidade, um cartaz eclético (desde rock, metal, new metal , techno, soul, hip-hop, hardcore a pop) chamando assim a atenção de milhares de pessoas.

O primeiro e o último dia tiveram os bilhetes esgotados.

Pudemos acompanhar no Palco Mundo a tão esperada Amy Winehouse com a sua péssima atuação, que mal conseguia estar de pé. O profissionalismo de Lenny Kravitz, a energia de Ivete Sangalo, a volta de Alanis Morissette (infelizmente fora de forma), a banda brasileira Skank, a banda portuguesa Xutos e Pontapés, Joss Stone, Rod Stewart, os Tokio Hotel que fizeram as adolescentes gritar e se emocionar, Bon Jovi, Metallica mais uma vez, Machine Head, Apocalyptica, Moonspell, Kasier Chiefs, Orishas, Muse, Offspring e pra fechar e bem, Linkin Park!

No palco Sunset algumas parcerias de bandas portuguesas, e na tenda electrónica excelentes DJs como Carl Cox, Diego Miranda, David Morales, Vibe e muito mais.

O evento também tem por detrás projectos sociais, e este ano sensibilizaram as pessoas de que maneira podem contribuir para a não destruição do meio ambiente e para o bem-estar do mundo.

segunda-feira, 9 de junho de 2008

Curta-Metragem

A oficina de produção do curta está quase no fim. Incrível, divertido, no sense, criativo, é isso mesmo, tudo ao mesmo tempo. Nunca imaginei que fosse assim, mas a liberdade que o curta-metragem oferece é incrível. A mensagem não precisa ser concluída, nem explicada, podemos solucionar para o telespectador ou não, e isso é fantástico.
Queria colocar aqui um curta que assisti recentemente do diretor Philippe Barcinski, A Escada. Gente é fantástico. O problema é que não achei disponível na internet. É um ótimo exemplo de curta.
Ah o Philippe Barcinski fez seu primeiro longa, que também é muito bom, Não por Acaso, com Rodrigo Santoro e Letícia Sabatella.
O filme conta a história de dois homens distintos que tem algo em comum, a forma como levam a vida. Ênio (Leonardo Medeiros) é um engenheiro de trânsito que precisa controlar as ruas de São Paulo. O trabalho acaba influenciando a maneira como leva a vida, de forma simples e banal. Pedro (Rodrigo Santoro) é um marceneiro que além de criar mesas de sinuca, treina para competir no jogo. A vida de Pedro e Ênio passam por transformações depois dois acidentes de transito que fazem com que eles passem a enxergar a vida de maneira diferente, e não como se pudessem controlar o rumo das coisas. Filme simples com história interessante.
Outros curtas de Barcinski merecem destaque como Janela Aberta e Palíndromo (muito loco).