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domingo, 29 de maio de 2011

Lembranças de Pariquera-Açu


Há algumas semanas fui a Pariquera-Açu cobrir a Expoverde - Exposição e Vendas de Plantas Ornamentais do Vale do Ribeira. 

Adorei a cidade, uma calmaria localizada no litoral sul de São Paulo. Conheci pessoas incríveis e comi uma comida danada de boa. Como estava a trabalho, não deu pra fazer muita coisa, mas tirei umas fotos distorcidas que, creio eu, transmitem um pouco do lugar. 


No caminho, já dá para ter uma breve noção
Todos os artesanatos são belíssimos!

Lá eu conheci a Sueli, essa moça que tem o sorriso grudado nos lábios

 A Sueli é um doce. Vive sorrindo e não se permite ficar de mau humor. Como é bom conhecer gente assim, né? As criações dela são feitas a partir da fibra da banana e o resultado é incrível. Olha só: 

Essas rosas vermelhas foram feitas com escama de peixe



Fiquei babando no cinto!
Um pedacinho da Alemanha em Pariquera
Esse é o Pedrinho

Trouxe Pedrinho pra casa, de recordação. Pedrinho foi feito de cabaça, uma fruta não comestível e muito utilizada para fazer artesanatos. Pedrinho é lindão, né?



PS: Quem quiser conhecer mais o trabalho da Suely é só visitar o blog do Banana Brazil.

domingo, 22 de maio de 2011

Coisas belas e fofas

Tenho que confessar que diariamente recebo releases sobre os mais diversos assuntos. Alguns me deixam com o espírito consumista aflorado.  Para não desperdiçar o material, resolvi criar uma seção aqui: Traindo Che.

Sapatos estilo boneca; meus preferidos
Olha, gente!



 

Mega, blaster fofo!

sexta-feira, 20 de maio de 2011

oração . a banda mais bonita da cidade

Gente, eu vi e ouvi isso hoje e achei o máximo! Por favor:

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Ninguém volta a um lugar onde foi mal atendido. Só eu

Hoje eu vou desmistificar aquele dito “ninguém volta a um lugar onde foi mal atendido”. Pois é. Eu volto, e com frequência. Nem eu sei bem por que volto. Na verdade sei; é que nem sempre levo em consideração o atendimento. Às vezes uma boa comida e ambiente aconchegante acabam falando mais alto.

Há três lugares que eu insisto. Bem, o primeiro é a cafeteria do Espaço Unibanco. É verdade que o café nem é tão bom, há que se colocar 15 saches de açúcar para o danado ficar próximo do doce. O chocolate quente passa longe ficando mais próximo do leite com Nescau, saca? Mas o pior mesmo é o atendimento. Preciso confessar que tenho medo de uma das moças.

Certa vez fui pedir um réles cafezinho, mas tomada pelo nervosismo daquela cara feia de quem diz “o que essa menina veio fazer aqui?” eu disse:

- Eu quero um cafezinho preto

- Ah, um um café puro. Porque o café já é preto, otária. O otária faz parte do romancear, mas o resto é pura verdade.

Desde então eu estou com o complexo do cafezinho preto. Toda vez que chego no balcão eu travo:

“Eu quero um café pret...puro, puro!” . Minha amiga Malu sabe bem o que passo. É um desconforto, o coração bate forte e a Malu dá boas risadas.

Mas por que insisto na cafeteria do Espaço Unibanco? Ah, porque o ambiente é mega, blaster confortável e é o tipo de lugar que você pode ficar horas conversando sem se preocupar com o movimento. Fora que o Espaço Unibanco é meu cinema preferido, então sempre é bom unir o útil ao agradável. Apesar do medo da balconista, estamos lá praticamente todo fim de semana. Prontos para a próxima patada.

Bom o segundo lugar é um bar-restaurante-sorveteria aqui perto de casa. Assim que você chega é recepcionada por garçonetes que parecem competir quem faz a cara mais mal-humorada. Você pede uma porção de batata frita e ela te olha como quem diz: “Tu jura que quer uma porção de batata frita? Então vai descascar a batata. “Ah, uma taça de vinho? Vai plantar a uva”.

Apesar dos vários casos de mau-humorismo, preciso confessar que, sim, o atendimento melhorou nos últimos dias. Sexta-feira, por exemplo, uma delas até sugeriu algo novo no cardápio, uma porção de bolinhos de mandioca com carne seca. Divino por sinal. Super aprovamos a iguaria. Ah, a cerveja também está sempre gelada e os preços são bem bacanas também. Por isso, sempre insistimos no local.

O terceiro é outra cafeteria. Sim, amo cafeterias. Apesar de ir ao lugar com frequência, não lembro o nome. Sei que fica ao lado da simpaticíssima livraria Realejo, no Gonzaga. Ali as atendentes são legais, o problema é a demora. Uma vez uma mulher esperava para pagar a conta e nada de ser atendida. Aí ela olhou pra minha cara e disse “Vou embora, elas não querem receber”.

O atendimento é realmente demorado. Uma vez pedi um café na terça e ele chegou numa quinta. Mas e agora? Como abandonar o local e ficar sem o melhor pão de batata da região? Questões mundanas...