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quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Notas literárias

Perguntaram a Antônio Xerxenesky (escritor, 27 anos, autor de Areia nos dentes) na edição de janeiro do jornal Rascunho: Qual o maior inimigo de um escritor? E ele respondeu:

A procrastinação. Tudo aquilo que fazemos para não escrever, bobagens com as quais perdemos um bom tempo. Exemplos? O Facebook, o Twitter, o Gmail. O convite dos amigos para sair na sexta, no sábado, no domingo, na terça, na quinta. Angry Birds. A pia cheia de louça suja.

Na mesma edição, o escritor José Castello disse em sua coluna: Não existimos sem ficção. Arrisco-me a dizer mais: somos filhos da ficção. Todo o trabalho do amadurecimento humano é a construção de uma identidade ficcional, sob a qual nós nos sustentamos para atravessar o deserto da existência.

E aqui, um curta belíssimo sobre livros e que está concorrendo ao Oscar 2012 como melhor curta-metragem de animação: “The Fantastic Flying Books of Mr. Morris Lessmor” http://player.vimeo.com/video/35404908

2 comentários:

Lufe disse...

Erika,

Como em toda expressão artistica, o suor é parte marcante de qualquer trabalho.Para pintar, tem que pintar muito, para compor tambem, esculpir, nem se fala. Escrever, só mesmo escrevendo muito......tem que ter muita gana, muito tesão.

bjo procê

Artes e escritas disse...

Leio, mas descanso ao ler. Um abraço, Yayá.