Páginas

quinta-feira, 27 de junho de 2013

Razão de Ser


Acordei e me deparei com esse poema de Paulo Leminski:

Escrevo. E pronto.
Escrevo porque preciso,
preciso porque estou tonto.
Ninguém tem nada com isso.
Escrevo porque amanhece,
E as estrelas lá no céu
Lembram letras no papel,
Quando o poema me anoitece.
A aranha tece teias.
O peixe beija e morde o que vê.
Eu escrevo apenas.

Tem que ter por quê?

É a razão de ser de alguns amigos e eu fico tão encantada. Admiro a coragem de quem se joga nas palavras,  sem pudor algum. 

2 comentários:

Anônimo disse...

como tem gente ridícula neste mundo

Laura disse...

Muito bacana seu blog!