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domingo, 12 de janeiro de 2014

Cat Power com Nutella

Já escrevi sobre a Cat aqui no blog. Hoje eu refleti a respeito de sua melancolia e o modo como tudo isso me cativou desde o início, logo na primeira vez em que a ouvi. Não sou de ficar buscando informações sobre os artistas que gosto, na verdade, eu demoro a fazer isso. Eu vou ouvindo, ouvindo e só depois me lembro que por trás daquela voz existe toda uma vida cheia de problemas, certamente. E hoje eu fui saber um pouco mais sobre a Cat que é uma depressiva convicta e talentosa, que resolve os problemas com seus demônios através de suas letras. Álcool, depressão forte, relacionamentos frustrados... é a dor impressa como obra de arte.

A música The Greatest já saiu em lista das canções mais "corta pulsos" de todos os tempos. Você que me lê, tem que ouvir. Esse fim de semana o álbum Jukebox me acompanhou enquanto eu arrumava e limpava coisas. O que que foi aquilo, senhor? Logo me apaixonei por todas as músicas, que são covers com versões bem diferentes, músicas que a Cat ouvia e que a deixava feliz. E aí, ela resolveu criar esse álbum, porém, deixar tudo com a sua cara e personalidade. Tem Billie Holiday, Liza Minnelli, James Brown, Joni Mitchel... Cat, faltou Patsy Cline. Será que tu não ouvia não?

Com todo respeito a esses artistas, principalmente a Billie Holiday que eu adoro, mas tenho que confessar que a música que eu mais gostei do CD é de autoria da própria Cat, Metal Heart. Escuta:



Comecei a ouvir Cat em um momento muito triste, mas hoje isso já passou e apesar do pote de Nutella está tudo sob controle.

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