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terça-feira, 27 de maio de 2014

Um pouco de Paris...

Tarantino que se cuide. Olha o talento da garota.

Acontece que eu percebi que o material que adquiri durante a viagem ia acabar se perdendo. As pastas do note somem, arquivos são deletados sem querer, pen drives que desaparecem. Aí eu decidi guardar algumas fotos no flickr e editar alguns videozinhos e "guardar" no you tube. Claro que não o material bruto, porque tem vários micos meus, quando, por exemplo, eu saio correndo ao ver a Shakespeare and Company e dizendo "Não acredito, não acredito".

Enquanto não decido o futuro do blog, aqui vai:

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Impulso



Hoje eu queria algumas coragens

Como deletar esse blog, por exemplo

sexta-feira, 16 de maio de 2014

Duas soundtracks para a alma

Uso música pra tudo. Ultimamente, para ser mais criativa depois do almoço. Lá no trampo, sendo obrigada a escrever e cumprir horário. Dei adeus à vida de home office. É bom variar também, mas no início é difícil se adaptar às mudanças que a vida traz. Neste ano, várias e, ainda bem, a maioria, boas. 

Eu costumava desligar o som quando começava a escrever, porque ficava sempre prestando atenção somente na música e ainda queria cantar. Não tinha como conseguir escrever. Quando estava em Barcelona, minha amiga, também jornalista, era o oposto. Ela escrevia com música. Colocava um “Why does my heart feel so bad”, do Moby, naquela casa repleta de arte. No meu quarto, eu dormia com o Jimi Hendrix. Vinis, livros e quadros por todos os lados.
Jimi!!!!!!

Acho que acabei me acostumando com a música sempre ligada e eu escrevendo. Eu escrevi muito em Barcelona. O frio me inspira e também minha rotina por lá era completamente diferente, o que ajuda.
Agora, de volta, trouxe isso comigo. Ainda bem. Já não me atrapalha se o Brandon Boyd canta em meu ouvido, ou se James Hetfield dá uns gritinhos. 

Caros três leitores, se vocês também não dispensam uma musiquinha, eu tenho que pedir pra ouvirem duas trilhas sonoras. A primeira é a do filme querido "O Fabuloso Destino de Amèlie Polain". Músicas instrumentais lindíssimas! 

A outra, uma mistura repleta de coisas boas. De Smiths a Carla Bruni, a trilha de "500 Days of Summer", outro filme que eu amo. Já escrevi sobre ele aqui. Esse CD tem história na minha vida desde 2010. Sempre que ficava triste, colocava o fone no ouvido (o cd rolando), pegava a bicicleta e saia pelas ruas. Ou então, sentava lá na ponta da praia, perto dos pescadores, enquanto olhava o por do sol. Eu tinha companhia de gente igual a mim, que se isolava para colocar os pensamentos em ordem. 

Acontece que o CD é tão bom e misto que eu também ouvia quando estava alegre, enfim. Ouça. E veja o filme!